terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

E ASSIM O PT VAI ACABANDO COM MG.

Não vou dar minha opinião dessa vez pois acho que todos sabem o quando amo o PT né, vou deixar para o nosso Sargento Rodrigues contar para vocês, seja bem vindo ao blog Sargento, aqui a Polícia Militar, Civil e Federal tem todo crédito e moral:



Pimentel corta R$100 milhões da segurança pública e destina para a propaganda oficial
Governar é uma questão de prioridade, ou seja, o Governador tem em suas mãos a caneta que vai destinar para onde vão os recursos. É ele quem define o que é prioridade ou não, sempre foi assim e não seria agora que isso mudaria. Algumas áreas tem mais importância do que outras, como saúde, educação e segurança pública, que é o “tripé prioritário” de qualquer governo. Bom, pelo menos deveria ser.
Em Minas Gerais, estamos vivendo tempos em que o Governo esqueceu das necessidades básicas da população, basta identificar os recursos destinados a Polícia Civil e a Polícia Militar que certificaremos a grande distorção.
Como fazer segurança pública sem ao menos cuidar dos principais órgãos que executam essa política no cotidiano? Ao fazermos um levantamento dos dados no Sistema Integrado de Administração Financeira (SIAFI) do Governo do Estado deparamos com os seguintes números: a Polícia Civil recebeu, em 2014, para investimentos, 33 milhões de reais, já em 2015, no atual governo, recebeu apenas 4 milhões de reais. Por isso, não é de se estranhar que falte viaturas, equipamentos de proteção individual, computadores e etc.
Quanto à Polícia Militar, em 2014, a Corporação recebeu 376 milhões de reais para custeio de sua estrutura, como conserto de viaturas, cartuchos de impressora, gasolina, água, energia elétrica e etc. Já em 2015, a Instituição recebeu 278 milhões de reais, ou seja, quase 100 milhões a menos comparando com os recursos destinados no ano anterior.
Não há polícia que aguente corte de verbas sem que o reflexo venha de imediato na segurança pública. Os crimes e a violência vêm crescendo cada vez mais, inclusive a violência contra os próprios servidores da segurança pública.
Hoje, temos cerca de 40% da frota de viaturas quebradas nas oficinas, o que representa uma forte redução na capacidade de resposta da Corporação. Tínhamos uma curva decrescente desde de 2011, quando registrou 10 profissionais de segurança mortos em serviço ou em razão da atividade. Em 2012, foram 09, em 2013, foram 08 e em 2014, foram 07.
No entanto, quando Fernando Pimentel, do PT, assumiu o Governo do Estado, ele cortou os recursos e, com isso, fechamos 2015 com 13 servidores da segurança pública mortos em serviço ou em razão da atividade. Tudo isso é reflexo direto da queda brusca da destinação dos recursos. Quando o governo corta as verbas destas áreas, toda a população sofre, mas quando faz isso na segurança pública, os próprios policiais sentem na pele a violência.
No orçamento previsto para 2016, o Governador priorizou outras áreas e com a “economia” que foi feita na segurança pública, ele destinou 100 milhões de reais para a propaganda oficial.
Como se vê, tudo é uma questão de prioridade. O atual governo entende que propaganda oficial é mais importante que a segurança do cidadão e dos próprios policiais.
Deputado Sargento Rodrigues
Advogado, Pós-graduado em Criminalidade e Segurança Pública/UFMG

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